Hematologia

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HEMATOLOGIA

A especialidade de Hematologia e Hemoterapia é responsável pelo estudo e tratamento das doenças do sangue, sendo a Hematologia propriamente dita dividida em doenças ditas benignas e Doenças Malignas. A formação de uma Hematologista e Hemoterapeuta compreende além dos seis anos de Medicina, dois anos de clínica médica e dois outros anos de formação específica em Hematologia e Hemoterapia, podendo adicionalmente obter-se a subespecialidade em Transplante de Medula Óssea.

Dentre as Doenças Benignas temos os vários tipos de Anemias, as alterações de leucócitos ou da imunidade e as alterações das plaquetas. Ainda dentre estas doenças enquadram-se as alterações de coagulação, tanto tromboses e embolias como tendências a sangramentos como nos casos de hemofilias.

Quanto ao tratamento das doenças consideradas malignas ou Hemato-oncológicas, ou seja, das células do sangue ou de defesa temos uma ampla gama de doenças com as Leucemias, que possuem diversos tipos, podendo inclusive ser agudas ou crônicas, os Linfomas cuja principal característica é o aumento descontrolado dos linfonodos conhecidos popularmente por “ínguas” e Mieloma Múltiplo, uma doença multissistêmica causada por anormalidades em uma célula chamada plasmócito, que resulta em absorção óssea aumentada anemia e insuficiência renal. Também se enquadram dentre as doenças tratadas pela Hematologia as elevações da Ferritina com a Hemocromatose, as Aplasias de Medula, as Mielodisplasias, Trombocitoses, Policitemias assim como outras doenças um pouco mais raras como a Mielofibrose ou Amiloidose.

A Hemoterapia é a área responsável pelo estudo das transfusões de sangue, desde a coleta, passando pelo preparo e estocagem até a transfusão propriamente dita com o posterior acompanhamento de suas repercussões, processos estes em grande parte ocorrendo dentro dos bancos de sangue.

Fábio Benedetti (CRM/SC 13133)

Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Pelotas no ano de 2002, especialista em Clínica Médica pelo Hospital Conceição em Porto Alegre e especialista em Hematologia e Hemoterapia pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre no Rio Grande do Sul.

Idealizador e Coordenador do serviço de Oncologia e Hematologia ONCOR, no Hospital do Coração de Balneário Camboriú, Hematologista da Clínica de Oncologia da Unimed Brusque e Hemoterapeuta da Agência Transfusional do Hospital Azambuja em Brusque.

Perguntas Frequentes

Não. Existem diversos tipos de anemia, cada um com seu tratamento específico, mas nenhuma transforma-se em leucemia, mesmo quando não tratada corretamente. Esta confusão existe porque uma das manifestações da leucemia pode ser a anemia, mas desde o início já é uma leucemia.

Em seu início, na maioria dos casos, não há sintomas. Quando eles surgem na verdade são manifestações de complicações da leucemia com fraqueza e cansaço pela anemia que acaba se desenvolvendo, infecções frequentes pela alteração de imunidade ou manchas roxas (ecmoses, hematomas) e sangramentos (como o gengival) pela redução das plaquetas. Outros sintomas que podem estar presentes são perda de peso, febre e sudorese noturna.

Errado, o aumento continuado dos linfonodos ou ínguas pode ser um sinal do surgimento de um Linfoma, principalmente quanto não está associado a dor ou a quadro infeccioso evidente ou quando também estão presentes perda de peso e sudorese noturna.